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Após sete anos do assassinato do Advogado Alexandre Marchioro; população continua clamando por justiça

Após sete anos do assassinato do Advogado Alexandre Marchioro; população continua clamando por justiça

Segue sem respostas a investigação da morte do advogado Alexandre Marchioro da Silva, encontrado carbonizado ao lado do seu carro no dia 17 de setembro de 2008, na MT-225, próximo ao trevo de acesso ao município de Vera.

Há exatos sete anos, o corpo do advogado Alexandre Marchioro da Silva foi encontrado, há cerca de uma hora, carbonizado, às margens da rodovia de acesso ao município de Vera.

Na época do crime, Alexandre era assessor jurídico da Prefeitura de Nova Ubiratã e um dos coordenadores da campanha de reeleição do ex. prefeito Osmar Rosseto (Chiquinho). O corpo estava a cerca de 15 metros do carro dele, um Astra preto.

O perito Carlos Ferracioli informou, que havia no local rastros de outro carro, caixa de fósforo e um tambor de plástico queimado.

O crime, cometido com requintes de crueldade, há sete anos, continua sem resposta ou corre em segredo de justiça. A população de Nova Ubiratã clama por melhores esclarecimentos e cobram dia e noite, que a verdade venha à tona, e todos os dias 17 de setembro são lembrados com muita comoção pelos Ubiratanenses que ainda choram a perca do advogado, sem saber quais foram os motivos de tamanha covardia.

Recentemente em um programa de rádio, os advogados Silas do Nascimento Filho, que é membro do Conselho Estadual da Ordem dos Advogados no Estado e Evandro Santos da Silva presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) subseção de Sorriso estiveram no Programa a Voz do Povo da Rádio Sorriso e falaram do andamento do caso do advogado Alexandre Marchioro.

De acordo com o advogado Silas do Nascimento, o inquérito estava parado. Com a ajuda de outros presidentes da Ordem foi possível dar andamento e celeridade. Houve quebras de sigilos telefônicos. O juiz chegou a indeferir um pedido de quebra de sigilo das torres de telefonia. O Ministério Público pediu que o GCCO (Grupo de Combate ao crime organizado) para que faça novas diligências.

Disse ainda que agora o caso corre em segredo de justiça, para investigar outras pessoas. A expectativa é de que o processo deixe de correr em segredo de justiça, uma vez que 05 pessoas já foram denunciadas. Os nomes dos suspeitos ainda não podem ser divulgados para não atrapalhar as investigações. A suspeita é de que o crime tenha sido encomendado.

De acordo com o presidente da subseção da OAB em Sorriso, o objetivo é buscar incansavelmente a resolução do caso. E assim que o inquérito deixar de correr em segredo de justiça, as identidades dos suspeitos serão reveladas.

Fonte: Da Redação

 

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